O que as famílias dizem
Histórias de quem passou pela casa — e de quem ainda está aqui
Não editamos os relatos para parecerem mais bonitos. Cada família viveu uma experiência diferente, e aqui estão algumas delas.
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Relatos de filhas, filhos e parceiros de moradores — sobre as três modalidades da casa.
Luciana Figueiredo
"Meu pai está na Aurivé há quase dois anos. No começo ficamos com receio de como ele ia se adaptar — ele sempre foi muito apegado à própria casa. O que me convenceu foi a equipe: as mesmas pessoas todo dia, que já sabem como ele gosta do café. A carta mensal também ajuda muito a gente a não ficar sem notícias."
Rafael Borges
"Minha mãe participou das Tardes no Jardim por seis meses antes de decidir que queria morar lá. Foi uma transição muito natural — ela já conhecia todo mundo quando foi de vez. A oficina de marcenaria é o que ela mais gosta, coisa que a gente nunca imaginou."
Ana Carolina Martins
"Usamos a Estadia de Dez Noites durante a reforma do apartamento da minha avó. Ela foi relutante no início — 'não preciso de casa de repouso' ela dizia. Mas depois de dois dias ela já estava no jardim plantando. Voltou falando da Cláudia que faz o feijão do jeito certo."
Marcos Pinheiro
"Moro em São Paulo e meu pai ficou sozinho em BH depois que minha mãe faleceu. A distância me preocupava muito. A carta mensal que a Aurivé manda não é um relatório médico — é uma carta de verdade contando como ele está. Isso muda a semana quando chega."
Isabela Souza
"A equipe é pequena e isso é o que funciona. Minha mãe sabe o nome de todo mundo e todo mundo sabe o nome dela. Ela tem 83 anos e diz que gosta de sair de manhã para ver as plantas antes do café. Isso não acontecia quando ela morava sozinha."
Gabriela Oliveira
"Meu companheiro tem 76 anos e começou nas Tardes no Jardim porque eu trabalhava em período integral e ele ficava sozinho três tardes por semana. Foi a melhor decisão. Ele voltou para casa mais animado, com histórias das conversas e do que plantou. É companhia de verdade."
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