Aurivé
Famílias na Aurivé

O que as famílias dizem

Histórias de quem passou pela casa — e de quem ainda está aqui

Não editamos os relatos para parecerem mais bonitos. Cada família viveu uma experiência diferente, e aqui estão algumas delas.

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7+

anos operando em BH

140+

famílias nas três modalidades

4,8

avaliação média das famílias

100%

das cartas mensais enviadas

Relatos de famílias

O que escreveram para nós

Relatos de filhas, filhos e parceiros de moradores — sobre as três modalidades da casa.

LF

Luciana Figueiredo

Filha de morador · Contagem, MG

"Meu pai está na Aurivé há quase dois anos. No começo ficamos com receio de como ele ia se adaptar — ele sempre foi muito apegado à própria casa. O que me convenceu foi a equipe: as mesmas pessoas todo dia, que já sabem como ele gosta do café. A carta mensal também ajuda muito a gente a não ficar sem notícias."

Junho de 2025

RB

Rafael Borges

Filho · Belo Horizonte, MG

"Minha mãe participou das Tardes no Jardim por seis meses antes de decidir que queria morar lá. Foi uma transição muito natural — ela já conhecia todo mundo quando foi de vez. A oficina de marcenaria é o que ela mais gosta, coisa que a gente nunca imaginou."

Julho de 2025

AC

Ana Carolina Martins

Filha · Nova Lima, MG

"Usamos a Estadia de Dez Noites durante a reforma do apartamento da minha avó. Ela foi relutante no início — 'não preciso de casa de repouso' ela dizia. Mas depois de dois dias ela já estava no jardim plantando. Voltou falando da Cláudia que faz o feijão do jeito certo."

Junho de 2025

MP

Marcos Pinheiro

Filho · São Paulo, SP

"Moro em São Paulo e meu pai ficou sozinho em BH depois que minha mãe faleceu. A distância me preocupava muito. A carta mensal que a Aurivé manda não é um relatório médico — é uma carta de verdade contando como ele está. Isso muda a semana quando chega."

Maio de 2025

IS

Isabela Souza

Filha · Belo Horizonte, MG

"A equipe é pequena e isso é o que funciona. Minha mãe sabe o nome de todo mundo e todo mundo sabe o nome dela. Ela tem 83 anos e diz que gosta de sair de manhã para ver as plantas antes do café. Isso não acontecia quando ela morava sozinha."

Julho de 2025

GO

Gabriela Oliveira

Parceira · Betim, MG

"Meu companheiro tem 76 anos e começou nas Tardes no Jardim porque eu trabalhava em período integral e ele ficava sozinho três tardes por semana. Foi a melhor decisão. Ele voltou para casa mais animado, com histórias das conversas e do que plantou. É companhia de verdade."

Junho de 2025

Histórias em detalhe

Três famílias, três caminhos diferentes

Moradia permanente

De resistente a plantador de tomates

A situação

Seu Arnaldo, 79 anos, ficou viúvo em 2023 e passou a morar sozinho. A filha, que mora em outro estado, começou a se preocupar com os fins de semana longos sem contato. Ele recusava qualquer proposta de "lar de idosos".

O processo

A filha visitou a Aurivé sozinha primeiro. Depois trouxe o pai sem mencionar a possibilidade de moradia — só para tomar café e ver o jardim. Seu Arnaldo perguntou sozinho se podia voltar. Três meses depois estava morando aqui.

Depois de um ano

Cuida de dois canteiros de tomate e alecrim. Participa da oficina de marcenaria às terças. A filha visita a cada dois meses e diz que ele parece mais descansado do que nos últimos cinco anos.

"Eu achei que ia ser horrível. É uma casa de verdade. Tem barro no jardim e barulho de panela." — Seu Arnaldo, morador

Tardes no jardim

Três tardes por semana que mudaram a semana toda

A situação

Dona Tereza, 74 anos, morava com a filha e o genro. Com a rotina de trabalho dos dois, ela ficava sozinha das 13h às 18h três vezes por semana. A filha queria companhia para a mãe, não moradia.

O que aconteceu

Dona Tereza começou nas Tardes no Jardim em março de 2025. Na primeira semana ficou mais observando. Na segunda já trouxe um pé de manjericão de casa. Na terceira estava ensinando uma outra participante a fazer ponto de crochê na hora de leitura.

Quatro meses depois

Ainda mora com a filha, mas as três tardes viraram parte da semana dela. A filha diz que a mãe chega em casa mais disposta e com histórias para contar no jantar.

"Achei que ia ser chato porque não sou de grupos. Mas cada tarde é diferente — não tem obrigação." — Dona Tereza

Estadia de dez noites

Uma estadia que resolveu uma transição difícil

A situação

O apartamento do Sr. José, 81 anos, precisava de reforma urgente no banheiro e na parte elétrica. A obra ia durar dez dias e ele não poderia ficar lá. Os filhos moravam em apartamentos pequenos.

A estadia

O Sr. José chegou na segunda-feira relutante. Na reunião de chegada, a equipe anotou que ele gostava de ver o noticiário às 20h e que preferia feijão sem muita gordura. No terceiro dia já estava na mesa de cartas com outros moradores.

No décimo dia

Quando os filhos foram buscá-lo, ele pediu o cartão da casa. Voltou para o apartamento, mas ligou duas semanas depois para perguntar sobre as Tardes no Jardim.

"Dez dias passou rápido. O que eu não esperava era ter gostado tanto." — Sr. José

Visita de conhecimento

Venha conhecer antes de decidir

Recebemos visitas de segunda a sexta, das 10h às 17h, com hora marcada. Você pode vir com ou sem o adulto maior — como preferir.

Telefone

+55 31 3287-4159

seg–sex, 8h às 18h

E-mail

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Rua Antônio de Albuquerque, 634
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Visitas: 9h às 20h todos os dias

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